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Onde está o 25 de abril afinal?
Thursday,Apr 24 2008, 06:18:11 PM

Golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ou "Revolução dos Cravos".

-Diz-se que foi uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente.

-Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas.

-Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança!

-O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos!

António de Oliveira Salazar

-Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.

-Em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe. Era complicado continuar a estudar depois disso. Os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos.

-Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão.

-Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.

-Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil.

-Os países estrangeiros, que no início apoiavam Salazar e a sua política, começaram a fazer pressão contra Portugal. Por isso o governante dizia que o nosso País estava "orgulhosamente só".

-Quando Salazar morreu foi substituído por Marcelo Caetano, que não mudou nada na política.

Marcelo Caetano

-A solução acabou por vir do lado de quem fazia a guerra: os militares. Cansados desse conflito e da falta de liberdade criaram o Movimento das Forças Armadas (MFA), conhecido como o "Movimento dos Capitães".

Depois de um golpe falhado a 16 de Março de 1974, o MFA decidiu avançar. O major Otelo Saraiva de Carvalho fez o plano militar e, na madrugada de 25 de Abril, a operação "Fim-regime" tomou conta dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial do aeroporto, da rádio e da tv.

Otelo Saraiva de Carvalho

-As forças do MFA, lideradas pelo Capitão Salgueiro Maia, cercaram e tomaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano. Rapidamente, o golpe de estado militar foi bem recebido pela população portuguesa, que veio para as ruas sem medo.

Capitão Salgueiro Maia

-Para os militares saberem quando avançar foram lançadas duas "senhas" na rádio? A primeira foi a música "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, a segunda foi "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, que ficou ligada para sempre ao 25 de Abril.

-Depois de afastados todos os responsáveis pela ditadura em Portugal, o MFA libertou os presos políticos e acabou com a censura sobre a Imprensa. E assim começou um novo período da nossa História, onde temos liberdade, as crianças todas podem ir à escola e o País juntou-se ao resto da Europa.

          José Afonso

Mas Ainda há muito, muito caminho a percorrer...

POIS AQUI COMEÇOU A POUCA VERGONHA

E a partir daqui é o que todos nos sabemos entram uns saem os outros e tudo se mantêm, vai melhorando para quem governa, e o povo mantém-se escravo desta reles corja de mamões que nos tem explorado até ao tutano.

Como diz o ditado “A pia é a mesma vão é trocando os porcos”.

E agora pergunto eu o 25 de Abril aconteceu ou não?

A quem veio realmente beneficiar?

O povo hoje está mais escravo do sistema e é mais perseguido que antigamente, verdade ou mentira?

Os direitos hoje em dia não são nenhuns, agravaram-se foi as obrigações para quem vive do seu trabalho.

Todo o mandrião que não quer trabalhar é protegido.

Os ladrões roubam á descarada sem receio de represálias porque sabem que o sistema os não apanha.

Mata-se por da cá aquela palha, os assassinos, violadores, pedófilos, saem mais depressa do que os próprios policias que os prenderam do tribunal.

As cadeias estão cheias.

A assistência á saúde é o que se vê, só a tem quem tem dinheiro para a pagar.

Direito ao estudo que foi uma das medidas muito criticadas ao antigo regime, hoje quem estuda? Quem tem dinheiro para tal, pois quem não tem vai trabalhar, caso consiga arranjar onde.

Assim sendo volto a perguntar afinal o que foi o 25 de Abril?

Porque será que os verdadeiros heróis do 25 de Abril nunca mais apareceram?

Será porque chegaram á conclusão que realmente não valeu a pena, que não foi para aquilo que tantos lutaram.

E o povo Português que tanto lutou para manter este glorioso país livre e hoje tudo ademite e não se volta contra quem tanto os pisa.

Será que já não existe gente como antigamente?

Está na hora sim senhor de acontecer o 25 de Abril, o verdadeiro 25 de Abri que dê ao povo o que a eles pertence, ou seja o País que é de todos, não desta gente arrogante, sem escrúpulos que nos espezinha e faz de nós gato sapato.

Pesquisa dos textos e fotos retirada de:

http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=HomePage

http://web.educom.pt/pr1305/abril.htm

 

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A Ocupação Chinesa do Tibet
Sunday,Apr 13 2008, 02:37:01 PM

A Ocupação Chinesa do Tibet

 


O Dalai Lama luta pela soberania e liberdade de sua nação. Mas será a realidade de um Tibet independente uma mera ilusão?

O Tibet, tendo sido invadido pela China, permanece sob ocupação chinesa há mais de 40 anos. O líder político e espiritual do Tibet, o Dalai Lama,

foi exilado de seu país, mas continua lutando – de forma puramente pacífica – para libertar sua nação do domínio chinês. Apesar da ocupação chinesa, o povo tibetano faz grandes sacrifícios para preservar sua cultura e religião.

 

DADOS GERAIS

Língua: tibetano
Religião: budismo tibetano
Situação Atual: O país está sob ocupação chinesa.  
Chefe de Estado: Dalai Lama (em exílio)
Localização Geográfica: O Tibet localiza-se no centro da Ásia e faz fronteira com a Índia, Nepal, Butão, Burma e China.

 

A Ocupação Chinesa do Tibet
O Dalai Lama luta pela soberania e liberdade de sua nação. Mas será a realidade de um Tibet independente uma mera ilusão?

História do Tibet

A história do Tibet é marcada por guerras e conquistas. Os conflitos entre a China e o Tibet tiveram início durante a dinastia chinesa Tang (618-906 d.C.). No século 13, o Tibet foi conquistado pelo império mongol. Em 1720, foram os chineses, durante a dinastia Ching, que conquistaram o Tibet. Desde então, a China reivindica soberania sobre o território tibetano.

Em 1912, com a queda da dinastia Ching, os tibetanos conseguiram adquirir independência. Os Tibetanos expulsaram da região tropas e oficiais chineses. Em 1913, numa conferência realizada em Shimla, na Índia, britânicos, tibetanos e chineses decidiram que o Tibet seria dividido. Uma parte do Tibet seria anexada à China e permaneceria sob soberania chinesa e outra parte seria autónoma. Ao retornar da Índia em Janeiro de 1913, o 13º Dalai Lama declarou oficialmente a independência do Tibet.

Porém, o acordo de Shimla nunca foi ratificado pelos chineses, que continuavam a alegar que todo o Tibet pertencia à China. Em 1918, as relações já estremecidas entre o Tibet e a China resultaram em um conflito armado entre as duas nações. A Inglaterra foi um dos países que interveio para tentar negociar uma trégua. Mas esse esforço dos ingleses não foi bem sucedido.

Em 1933, com a morte do 13º Dalai Lama, o Tibet sofreu um maior enfraquecimento político.

Em 1950, o Partido Comunista chinês tomou conta da China. Tropas comunistas invadiram a cidade de Chamdo, localizada na fronteira oriental (leste) do Tibet. Em pouco tempo, as tropas chinesas tomaram a sede do governo local. No dia 11 de Novembro de 1950, o governo tibetano manifestou-se contra a agressão chinesa na Organização das Nações Unidas (ONU). Mas a Assembleia Geral da ONU adiou a discussão do problema.

Em 17 de Novembro de 1950, o 14º Dalai Lama assumiu a posição de Chefe de Estado do Tibet. O novo líder dos tibetanos tinha apenas 16 anos de idade quando assumiu a liderança política e espiritual de seu país.


Dalai Lama

Em 23 de Maio de 1951, uma delegação tibetana que havia ido à Pequim (capital da China) para negociar a questão do Tibet foi forçada pelo governo chinês a assinar um tratado. O governo chinês ameaçou invadir o Tibet de forma até mais agressiva, caso a delegação tibetana se recusasse a assinar o acordo. O tratado estabelecia que o Tibet seria uma região autónoma da China sob o domínio tradicional do Dalai Lama. Na prática, o Tibet permanecia sob o controle da Comissão Comunista da China.

Em Setembro de 1951, o Tibet foi tomado pelas forças comunistas de Mao Zedong (Mao Tse Tung). A ocupação chinesa do Tibet foi marcada pela destruição sistemática de mosteiros, pela opressão religiosa, pelo fim da liberdade política e pelo aprisionamento e assassinato de civis em massa. Ao governar o Tibet, as autoridades chinesas comunistas introduziram reformas agrárias e reduziram significantemente o poder das ordens dos mosteiros, apesar da forte oposição do povo tibetano.

                                     

Os tibetanos frequentemente se rebelavam contra a presença de forças chinesas em seu país. Em 10 de Março de 1959, os tibetanos organizaram uma grande revolta contra a China. Neste Levante Nacional Tibetano, ocorrido na capital tibetana de Lhasa, a resistência nacional contra a China atingiu seu auge. Mas a reacção chinesa ao levante foi violenta: milhares de tibetanos foram mortos, aprisionados ou exilados.                                                                                                     

Temendo por sua própria segurança, o Dalai Lama deixou Lhasa em 17 de Março de 1959.

Actualmente, a sede do Dalai Lama se localiza na Índia. O Dalai Lama ele viaja pelo mundo para tentar obter apoio internacional à independência de seu país.

O Conflito no Tibet

A China ocupa o Tibet há 50 anos. Uma das consequências dessa ocupação chinesa é a existência de mais de cem mil refugiados tibetanos pelo mundo. Até hoje, as Nações Unidas nunca expressaram algum protesto significativo contra a ocupação do Tibet. Desde 1951, os tibetanos têm tentado se rebelar contra a ocupação chinesa, mas seus esforços não foram bem sucedidos. A China alega soberania histórica sobre o Tibet, ameaçando assim a cultura e religião dos tibetanos.

A China tem o objectivo de modernizar o Tibet, pois espera que uma maior prosperidade no país eventualmente conquiste o apoio dos tibetanos à administração chinesa. O governo chinês possui um plano de desenvolvimento para a região e vem construindo prédios, realizando obras e substituindo a tradicional arquitectura tibetana por uma arquitectura moderna, deixando assim as províncias do Tibet cada vez mais semelhantes às cidades chinesas. Além disso, o Tibet está repleto de migrantes chineses que lideram importantes sectores da economia. De fato, hoje há mais chineses que tibetanos vivendo no Tibet.

Não é de se surpreender que os tibetanos temem que sua cultura e tradições estejam em perigo de extinção.     

Oficiais chineses no Tibet afirmam que os tibetanos têm completa liberdade religiosa. Porém, a polícia chinesa está sempre presente em mosteiros e em templos budistas. Os monges têm sido espancados, aprisionados e submetidos à educação política chinesa.

Contudo, a China vem recentemente demonstrado um pouco mais de flexibilidade em relação à sua ocupação do Tibet. No início de 2002, a China libertou seis prisioneiros políticos tibetanos e permitiu que Gyalo Thondup, o irmão do Dalai Lama, visitasse o Tibet. O governo chinês convidou jornalistas para visitar o Tibet após ter restringido o acesso livre deles à região durante anos.

Em Outubro de 2002, representantes do Dalai Lama foram recebidos pelo governo chinês em Pequim e no Tibet – algo que não ocorria há quase uma década. A China tem o objectivo de apaziguar os tibetanos para melhorar sua imagem perante o mundo. Mas é duvidoso que a China esteja disposta a se retirar do Tibet.

As Nações Unidas e os principais líderes mundiais não têm o poder e o interesse de pressionar a China para que haja uma resolução justa do conflito. A China é o país mais populoso do mundo e representa uma das economias de maior potencial. A China é também um dos 5 países de maior poder nas Nações Unidas e tem o direito de vetar qualquer decisão da organização. Portanto, apesar de contar com o apoio moral de pessoas no mundo inteiro, os tibetanos enfrentam uma grande luta para realizar seu sonho de soberania e independência nacional.

.

Artigos e fotos retiradas destes sites que eu aconselho a visitarem

http://www.10emtudo.com.br

http://www.mdig.com.br

http://www1.uol.com.br/oviajante/ocultb.htm

http://www.dharmanet.com.br/vajrayana/tibet.htm

 

 

Aconselho vivamente a verem este filme apesar de ter já alguns anos.

 

 

 

A cara de pau do Japoneses
Saturday,Feb 16 2008, 03:35:46 PM(Last updated: Sunday,Feb 17 2008, 09:07:41 PM)

Japão está a ser alvo de críticas

Partiram do porto de Shimonoseki, no Sul do Japão, como quem parte para a guerra. Ao som de uma banda, com os familiares a lançarem serpentinas sobre os barcos e soltando entusiásticos gritos de despedida enquanto as crianças agitavam bandeirinhas onde, não sem ironia, se viam impressas imagens de sorridentes baleias.
Comandados pelo Nisshin Maru, embarcação de oito mil toneladas, são cinco barcos de grande porte tripulados por 239 marinheiros que estão a caminho do Pacífico Sul para a 21.ª campanha do Instituto de Investigação de Cetáceos (ICR, na sigla em inglês). O instituto foi criado em 1987, um ano depois de ter entrado em vigor a moratória à caça comercial da baleia. Os cinco barcos vão permanecer cinco meses no alto mar para caçar no total 1035 baleias.
Serão capturadas 50 baleias de bossa, 50 baleias comuns, o segundo maior animal do mundo a seguir à baleia azul, e 935 baleias anãs. Esta espécie é considerada em situação menos crítica, estimando-se que a sua população se situe na casa dos 700 mil elementos. A campanha motivou críticas dos governos, australiano e neozelandês, países do Pacífico Sul, e levou organizações ambientalistas, como a Greenpeace e a Sea Shepherd, a prometerem um contra-ataque que perturbe a actividade da frota nipónica.
A maioria das espécies de baleias é considerada actualmente em risco de extinção, embora moratórias à sua pesca tenham permitido a recomposição parcial das populações de algumas espécies.
Irão ser caçadas baleias de bossa pela primeira vez desde 1963, quando foi estabelecida uma moratória por a espécie se encontrar à beira da extinção. É exactamente a caça às baleias de bossa, espécie classificada "vulnerável" pela World Conservation Union, que desencadeou os principais protestos, esgrimindo os ambientalistas e responsáveis nipónicos argumentos contrários sobre esta actividade. Para um porta-voz da Greenpeace citado pela BBC, "aquele tipo de baleias vive em pequenos cardumes e, por isso, a morte de um elemento pode afectar os restantes". Em sentido oposto pronunciou-se, também à BBC, um porta-voz do ICR, garantindo que "a morte de 50 destas baleias numa população de dezenas de milhares não terá qualquer impacto significativo".

"Não gostamos que todos esses baleeiros venham para esta região", afirmou a chefe do Governo neozelandês, Helen Clark. "Seria muito melhor se os japoneses não viessem para aqui sob o pretexto de pesquisa científica quando, na verdade, vão matar mil baleias", lançou.

O seu homólogo australiano, John Howard, foi mais comedido, mas não deixou de "desaprovar por completo o que fazem os japoneses na pesca da baleia". Mais frontal, o seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Alexander Downer, declarou "a pesca científica da baleia é apenas uma expressão que usam para camuflar o facto de que estão a caçá-las".


Também a Grã-Bretanha reagiu em termos firmes, tendo um porta-voz governamental referido a hipótese de um protesto diplomático ao mais alto nível.
Após a entrada em vigor da moratória à pesca comercial da baleia em 1986, o Japão anunciou a criação do ICR para contornar a proibição, argumentando que as actividades do instituto têm propósitos científicos. Mas nunca desistiu do combate para levantar a proibição, no que tem sido pontualmente apoiado pela Noruega, Dinamarca e Islândia, países que também praticam a caça à baleia.
Para o Japão, que define este tipo como actividade ancestral e, por isso, civilizacional, a moratória à caça comercial da baleia já não se justifica devido à existência de recursos que permitem determinar a situação real das várias espécies, explicava em Maio passado à BBC o director do IRC, Hiroshi Hatanaka. Mas os críticos argumentam que um trabalho de pesquisa sobre uma espécie não se faz abatendo os seus elementos - o que acaba por constituir a tarefa central da frota baleeira nipónica. com agências

ABEL COELHO DE MORAIS

Diário de Noticias

http://dn.sapo.pt/2007/11/20/internacional/cinco_meses_mares_para_matar_baleias.html

 

http://www.youtube.com/watch?v=mcV3mxjOL8Y

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472 Comments
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Boas Férias meu amigo
3 days ago
Ana, 42
Portugal

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olá
7/10/2008 9:37 PM
Ana, 42
Portugal

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oie
7/4/2008 9:48 PM
Ana, 42
Portugal

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Diverte-te esta semaninha
6/26/2008 11:30 PM
Paula, 38
Portugal

"A vida é em parte o que nós fazemos dela, e em parte o que é feito pelos amigos que nós escolhemos."
( Tennessee Williams )
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bom dia
6/26/2008 10:22 AM
Vi, 42
Philippines

flower

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oie
6/25/2008 11:59 PM
Ana, 42
Portugal

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Bom fim de semana
6/21/2008 11:43 PM
Ana, 42
Portugal

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Bom fim de semana
6/20/2008 8:16 PM
Paula, 38
Portugal

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how are u?
6/20/2008 6:39 AM
Vi, 42
Philippines

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oláaa... gostas???
6/15/2008 10:00 PM
Ana, 42
Portugal

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472 Comments
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